Reunião da UPB

O presidente da Cobrapol, André Luiz Gutierrez, participou no dia 23 de novembro, de reunião da União dos Policiais do Brasil (UPB)  na sede da APCF, a qual aprovou a elaboração de folder contendo mensagens e gráficos  como alerta dos altos índices estatísticos de morte de policiais e sobre a expectativa de vida em relação aos demais trabalhadores brasileiros.
O objetivo é que o material seja utilizado no convencimento dos parlamentares com relação às reivindicações dos direitos dos policiais quanto à reforma da Previdência, com o intuito de alinhar ações e o discurso sobre a essência da natureza da atividade de risco policial, que gera desgaste físico, mental e perigo de morte constantes, reduzindo a expectativa de vida e o padrão de saúde do policial em comparação com os demais trabalhadores brasileiros.

Participaram da reunião, além da Cobrapol, representantes da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol-DF), da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Federação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (Fenadepol), do Sindicato dos Delegados da Policia Federal  (Sindepol-DF), da Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (AMPOL), da Central Única Nacional Associativa dos Policiais Federais (CENTRAPOL), e da Conferência Nacional das Guardas Municipais (CONGM).

Fonte: Imprensa Cobrapol

Sinpol-DF aprova filiação à COBRAPOL

Em assembleia realizada na tarde de hoje, os policiais do DF aprovaram a filiação do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) à COBRAPOL. Em vídeo postado aqui no site, o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra, comunica a decisão da categoria, dá as boas-vindas aos policiais do DF, ressaltando que o sindicato é mais um aliado no “combate dos desmandos do governo em defesa dos direitos dos policiais civis”, declarou.

A COBRAPOL está em plena campanha nacional pela retirada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da Reforma da Previdência e que está em tramitação na Câmara dos Deputados. “A reforma é nefasta para o conjunto dos trabalhadores”, ressalta Gandra.

Assista ao vídeo aqui

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

A crueldade do fim da Aposentadoria Especial da Mulher Policial no RS

Em março desse ano, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) emitiu um Parecer para o governo do estado, considerando o decreto que regulamenta a aposentadoria da mulher policial inconstitucional. A partir do mês de julho, o governo passou a seguir esse parecer e tem rejeitado as aposentadorias pedidas com base na Aposentadoria Especial da Mulher Policial. Talvez o procurador que emitiu esse parecer tenha pensado apenas nos interesses econômicos do governo do estado. No entanto, é importante pensarmos nas pessoas que serão atingidas por essa decisão e na importância do seu trabalho para a população gaúcha.

Aposentadoria da Mulher Policial é essencial para a segurança pública

A aposentadoria especial da polícia civil e o redutor no tempo de contribuição para a mulher policial, não é um privilégio ou uma concessão do poder público. É uma necessidade para o desempenho do trabalho policial. Todos os dados que temos, apontam para uma expectativa de vida menor para esses profissionais. A atividade de garantir a segurança da população, traz, já na sua essência, o risco de morte. Lidar com isso diariamente, é um fator de estresse absurdo. Para as mulheres que têm que provar a cada dia sua capacidade, em uma sociedade acostumada a considerá-las menos capazes, esse estresse é multiplicado. Some-se a isso a preocupação com os filhos e a dupla jornada e teremos um quadro dramático. Talvez, o procurador não tenha se colocado no lugar dessas mulheres e nem imaginado o que é sair de casa para trabalhar, se despedir dos filhos e não saber se voltará com vida para casa. Se fizesse esse exercício, talvez o seu parecer fosse outro.

Profissionais que arriscam a vida para defender a população têm que ser respeitadas

Recentemente, tivemos o caso de um policial morto em serviço, quando desbaratava uma quadrilha de traficantes que aterrorizava os moradores de um condomínio em Gravataí. Sua esposa, também policial, participava da operação e assistiu seu companheiro ser morto em serviço. Em todas as declarações dadas após a tragédia, a policial afirmou com todas as letras que não abandonará a profissão de combater a criminalidade e mudar a sociedade. Infelizmente, o retorno que profissionais como a colega têm é o total desrespeito por parte do governo do estado. Essa mesma profissional que arrisca a vida, passa por uma tragédia inimaginável e continua acreditando na sua profissão, não terá direito a uma aposentadoria dígna, compatível com o serviço que presta à população. Talvez, essa policial seja vista apenas como mais um número na planilha do governador Sartori/PMDB e seu secretário de segurança, Cezar Schirmer. Mas para os policiais e para a população, ela é a representante de milhares de mulheres que arriscam diariamente sua vida na linha de frente do combate à criminalidade.

O governo Sartori/PMDB quer colocar em prática, para todos os aposentados da Polícia Civil, o que já vem fazendo com as pensionistas. Desde o início do seu governo, essas viúvas de colegas que dedicaram sua vida à Polìcia Civil, estão sem receber os reajustes da nossa Tabela de Subsídios. O governo utiliza de detalhes jurídicos para negar às pensionistas, os reajustes que seus maridos lutaram para conseguir. A realidade da Polícia Civil hoje em dia é essa: policiais que não tem nem mesmo a segurança de que, caso percam a vida em uma operação policial, terão suas famílias amparadas pelo Estado.

Fim da paridade e da integralidade vai desestimular os policiais

O Parecer da PGE acaba com dois direitos essenciais dos policiais: a integralidade e a paridade com os servidores da ativa. Se o governo seguir o parecer da PGE, para conseguir se aposentar com direito a Paridade e a Integralidade, os policiais terão que seguir as regras do regime geral da previdência. Ou seja, a regra 85/95, que significa idade mínima de 55 anos e 30 anos de contribuição para as mulheres, e idade mínima de 60 e 35 anos de contribuição para os homens. Caso decidam se aposentar com uma idade em que possam gozar de um tempo mínimo de aposentadoria, terão seus vencimento desvinculados dos salários dos policiais da ativa e não terão direito ao seu salário integral. Em uma realidade como essa, mesmo com todo o idealismo dos policiais e seu senso de dever, o estímulo para continuarem exercendo suas profissões será cada vez menor.

Qualquer ser humano precisa de um mínimo de reconhecimento para seus esforços e sua dedicação. Quem sabe o que se passará na cabeça de uma policial, quando, no meio de um fogo cruzado, lembrar o tratamento que recebe do governo, com salários parcelados e sem direito a uma aposentadoria dígna? Será que existe sentido em colocar a sua vida em risco, trabalhando para um governo que não reconhece direitos mínimos, como salários em dia e uma aposentadoria digna? A resposta que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso daria, é não. A única coisa que ainda move esses profissionais a continuarem arriscando suas vidas no cumprimento do seu dever, é saber que existe uma população que necessita do seu trabalho para continuar vivendo. É saber que, o seu trabalho quando prende uma quadrilha que aterroriza os moradores de uma Vila, pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma criança. Mas, mesmo todo idealismo e dedicação tem um limite. E esse limite está sendo ultrapassado pelo governo Sartori/PMDB.

Fonte: Imprensa UGEIRM Sindicato

Feipol/NE formaliza filiação à COBRAPOL

O presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Nordeste (Feipol/NE) e do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), Marcos de Oliveira Maurício, esteve na sede da COBRAPOL em Brasília na quinta-feira (06) para formalizar a filiação da federação à confederação e o retorno do sindicato ao rol de entidades filiadas à COBRAPOL. Maurício foi recepcionado pelo presidente da confederação, Jânio Bosco Gandra, e pelo vice-presidente Regional Sul, Anderson Vieira Amorim.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL denuncia o presidente da Câmara a Rodrigo Janot

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, foi recebido em audiência na tarde desta segunda-feira (12/06) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O centro da conversa foi a postura do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), que decidiu não reconhecer a denúncia de quebra de decoro parlamentar pelo deputado Arthur Maia (PPS/BA), protocolada pelo presidente da Confederação no dia 19 de abril, sob a alegação de que Gandra não comprovou sua cidadania plena, embora todos os documentos, inclusive os que comprovam que o presidente estava em dia com suas obrigações eleitorais, estivessem anexados. Após ouvir o relato, Janot solicitou que a Confederação protocolasse na Procuradoria-Geral da República uma representação contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para que a PGR adote as providencias cabíveis.

No ofício protocolado na Presidência da Câmara, Gandra pedia a abertura de Processo Disciplinar e Cassação do deputado Arthur Maia que estaria impedido de atuar como relator do texto da reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, visto que teria recebido doações na campanha eleitoral de 2014 de empresas privadas que têm interesse direto na aprovação da matéria com o propósito de se beneficiar financeiramente, tais como a Bradesco Capitalização, Bradesco Vida e Previdência, Amil Assistência Médica Internacional, Bancos Safra e Santander, entre outras empresas, conforme consta no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As doações de campanha registradas no TSE somam cerca de R$ 3, 7 milhões. Segundo a legislação atual, por causa dessa relação, o deputado não pode ser o relator do texto da Previdência, mas pode votar na matéria e até compor a Comissão Especial.
A PEC 287 promove uma série de mudanças na concessão das aposentadorias que afetam sobremaneira a classe trabalhadora como um todo. As novas regras em discussão no parlamento estabelecem como idade mínima para aposentadoria 65 anos (homem) e 62 anos (mulher), com tempo mínimo de contribuição previdenciária de 25 anos. O texto ainda fixa em 40 anos o tempo de contribuição para aposentadoria integral (teto da Previdência). Embora para os policiais a idade mínima de aposentadoria tenha sido alterada para 55 anos, a COBRAPOL e demais entidades representativas da categoria permanecem contrárias à PEC por considerá-la nefasta para o conjunto dos trabalhadores. “É uma proposta injusta e vamos manter nossa posição contra a reforma”, afirmou Gandra.Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

3ª Semana de Mobilização no Aeroporto de Brasília – 23/05/2017

A COBRAPOL mais uma vez marcou presença no Aeroporto Internacional de Brasília –  Juscelino Kubitsche para recepcionar os parlamentares que na Comissão Especial da Câmara dos Deputados votaram contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 – que trata da Reforma da Previdência. O objetivo é apoiar os deputados para que eles mantenham o voto contrário e também convencer outros parlamentares a se posicionarem contra a matéria que representa um grande retrocesso nos direitos dos trabalhadores brasileiros. Com faixas e palavras de ordem, a Confederação chamou a atenção de quem passava no local.  Esta é a quarta semana seguida de mobilização no aeroporto.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL participa de congresso dos policiais da Região Norte

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, participa em Macapá, do 3º Congresso da Federação Interestadual dos Policiais Civis da Região Norte, com o tema “Policial Civil: Desafios de um cenário de instabilidade na segurança pública”. O evento teve início na quinta-feira (23) e se encerra no sábado (25). A organização é da FEPOLNORTE – Federação dos Policiais Civis da Região Norte, com o apoio da COBRAPOL e das entidades sindicais da região Norte.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

Defesa dos direitos da mulheres policiais

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, participou no Dia Internacional da Mulher (08/03) do ato público “Reforma da Previdência – TEMERosa para as Mulheres”, organizado pela Associação Nacional das Mulheres Policiais do Brasil (AMPOL), e que aconteceu no auditório Nereu Ramos da câmara dos Deputados. O evento contou com a participação da bancada feminina do Congresso Nacional e também de diversos dirigentes das entidades representativas dos policiais, que debateram a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), em tramitação no Congresso Nacional, e a perda de direitos da classe trabalhadora.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL