Sinpol-DF aprova filiação à COBRAPOL

Em assembleia realizada na tarde de hoje, os policiais do DF aprovaram a filiação do Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) à COBRAPOL. Em vídeo postado aqui no site, o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra, comunica a decisão da categoria, dá as boas-vindas aos policiais do DF, ressaltando que o sindicato é mais um aliado no “combate dos desmandos do governo em defesa dos direitos dos policiais civis”, declarou.

A COBRAPOL está em plena campanha nacional pela retirada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da Reforma da Previdência e que está em tramitação na Câmara dos Deputados. “A reforma é nefasta para o conjunto dos trabalhadores”, ressalta Gandra.

Assista ao vídeo aqui

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

Gandra antecipa retorno das férias

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, antecipa seu retorno das férias para assumir suas responsabilidades à frente da Confederação e também como coordenador de Mobilização da União dos Policiais do Brasil (UPB) que define nos próximos dias novas estratégias de luta contra a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), em tramitação na Câmara dos Deputados.

A Reforma é extremamente nefasta para o conjunto dos trabalhadores, retira direitos duramente conquistados por diversas categorias profissionais e torna inviável a aposentadoria de grande parte dos brasileiros. “Não se trata apenas dos policiais, mas de todos os trabalhadores. Por essa razão, entendendo o quanto essa reforma é prejudicial, nós da COBRAPOL e das demais entidades de policiais que compõem a UPB somos contrários à PEC 287, em sua totalidade”, comentou Gandra.

Fonte: Imprensa COBRAPOL

COMUNICADO IMPORTANTE

A pedido de Presidentes das Entidades, que descontentes com a delegação da presidência
interina, por mim delegada ao Sr. André Gutierrez, Primeiro Vice-presidente da COBRAPOL, me
foi solicitado o retorno imediato às funções de Presidente, nos termos do estatuto daCOBRAPOL.

Perante a situação, depois de grande ponderação, decidi acatar as solicitações dos meus pares,
pelo que venho pela presente, reassumir, com efeitos a 5 de agosto de 2017, as funções a mim
outogradas estatutariamente, no artº 24.

Em consequência desta minha decisão, desde já ficam revogadas todas e quaisquer competência
por mim delegadas ao Primeiro Vice-presidente.

 

 

Janio Bosco Gandra

Presidente da COBRAPOL

 

 

 

 

 

 

COBRAPOL convoca XVII Congresso da Confederação

A COBRAPOL publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (04/08) o edital de convocação do XVII Congresso Nacional da Confederação, que acontecerá nos dias 04, 05 e 06 de setembro de 2017, com abertura no dia 04, às 18h30 em primeira convocação, e às 19h, em segunda e última convocação, com qualquer número de convocados presentes, no Hotel Princesa Louçã, localizado em Belém-PA. A convocação abrange todas as entidades filiadas à COBRAPOL.

No XVII Congresso Nacional da COBRAPOL serão discutidas as seguintes pautas: 1) Prestação de contas; 2) Alterações Estatutárias; 3) Alteração de base e denominação da entidade; 4) Importância da polícia judiciária no Brasil; 5) Efeitos da audiência de custódia no trabalho dos policiais civis; 6) Apresentação para discussão e aprovação da Lei Geral da Policia Civil elaborada pela COBRAPOL; 7) Unidade nas formas de mobilização contra a retirada de direitos; 8) Reestruturações dos sindicatos, federações e confederação após a reforma trabalhista; 9) Aplicação da lei de segurança nacional nos crimes de tráfico de drogas e armas.

O edital é assinado pelo presidente em exercício da Confederação, André Luiz Gutierrez. No mesmo DOU, foi publicado o Aviso de Anulação dos efeitos do edital de convocação de 23 de julho, publicado no DOU de 25 de julho, Seção 3, Página 141.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL volta a se posicionar contra Reforma da Previdência

O presidente em exercício da COBRAPOL, André Luiz Gutierrez, participou ontem (1º/08), de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal para debater a Reforma da Previdência, com foco nas aposentadorias especiais.

Gutierrez esclareceu que a categoria vem substituindo o termo “aposentadoria especial” por “aposentadoria policial”. Sobre a retirada do conceito de atividade de risco da Constituição, o presidente em exercício esclareceu que os policiais são contra, “Todos os operadores da Segurança Pública são gladiadores modernos, porque diferente do que muitos possam imaginar, a gente busca o risco diariamente. Toda investigação, o policial está buscando o criminoso. Todo dia a gente sai pra trabalhar e não sabe se volta”, afirmou.

Gutierrez destacou ainda a questão da insalubridade envolvida na atividade do policial, os riscos inclusive de contrair doenças físicas e psicológicas, além do desvio de função, e tantas outras situações que envolvem o trabalho policial. Lembrou ainda que a posição da COBRAPOL aprovada em assembleia dos trabalhadores por ela representada é contrária a Reforma da Previdência. “Estamos pensando no conjunto dos trabalhadores e não apenas no policial em si. Por isso, somos totalmente contra essa Reforma”, declarou.

Para saber mais, assista ao vídeo com a intervenção de Gutierrez postado aqui em nossa página.

Atrás: Ademilson Alves Batista (presidente da Feipol/Sul), André Luiz Gutierrez (presidente em exercício da COBRAPOL), e Dr. Mauricio Marcos Mattos (diretor Jurídico Adjunto do Sinclapol). Na frente: Sandro Barbosa Quevedo (diretor Institucional e Intersindical do Sinpol/ RS).

Fonte: Imprensa COBRAPOL

SINPOL RS lança campanha de valorização do policial civil

O Sinpol RS (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do RS) lançou, nesta segunda-feira (31), a campanha de valorização do policial civil com o mote Nossa Missão é Defender a Sociedade. A campanha será veiculada em busdoor pela capital gaúcha, nas principais rádios e nas redes sociais.

O principal objetivo do trabalho, desenvolvido pela Mundi Propaganda, é sensibilizar a sociedade gaúcha para a importância dos policiais civis e da necessidade de agregar forças para a manutenção dos direitos das categorias policiais e pela busca de melhores condições de trabalho.

A campanha apresentada à Chefia de Polícia, à Ugapoci e à Asdep, é a primeira de uma série de trabalhos a serem desenvolvidos nos próximos 12 meses.

O Sinpol RS é, desde 1999, a entidade representativa de todas categorias da Polícia Civil. Seu atual presidente é o policial Emerson Ayres.

Fonte: Imprensa SINPOL RS Sindicato

GUTIERREZ ASSUME A COBRAPOL.

A partir de primeiro de agosto, o presidente do Sinclapol/PR, André Luiz Gutierrez irá assumir, interinamente, a presidência da Cobrapol – Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis. Gutierrez irá substituir o presidente, Janio Bosco Gandra, que está participando do Encontro Internacional de Entidades Nacionais dos Policiais dos Países de Língua Portuguesa – OIP e continuará na Europa em férias.

Na ausência de Gutierrez, estará assumindo a presidência do Sinclapol/PR, o atual vice-presidente, Fabio Rossi Barddal Drummond.

 

Fonte: Imprensa SINCLAPOL Sindicato

A crueldade do fim da Aposentadoria Especial da Mulher Policial no RS

Em março desse ano, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) emitiu um Parecer para o governo do estado, considerando o decreto que regulamenta a aposentadoria da mulher policial inconstitucional. A partir do mês de julho, o governo passou a seguir esse parecer e tem rejeitado as aposentadorias pedidas com base na Aposentadoria Especial da Mulher Policial. Talvez o procurador que emitiu esse parecer tenha pensado apenas nos interesses econômicos do governo do estado. No entanto, é importante pensarmos nas pessoas que serão atingidas por essa decisão e na importância do seu trabalho para a população gaúcha.

Aposentadoria da Mulher Policial é essencial para a segurança pública

A aposentadoria especial da polícia civil e o redutor no tempo de contribuição para a mulher policial, não é um privilégio ou uma concessão do poder público. É uma necessidade para o desempenho do trabalho policial. Todos os dados que temos, apontam para uma expectativa de vida menor para esses profissionais. A atividade de garantir a segurança da população, traz, já na sua essência, o risco de morte. Lidar com isso diariamente, é um fator de estresse absurdo. Para as mulheres que têm que provar a cada dia sua capacidade, em uma sociedade acostumada a considerá-las menos capazes, esse estresse é multiplicado. Some-se a isso a preocupação com os filhos e a dupla jornada e teremos um quadro dramático. Talvez, o procurador não tenha se colocado no lugar dessas mulheres e nem imaginado o que é sair de casa para trabalhar, se despedir dos filhos e não saber se voltará com vida para casa. Se fizesse esse exercício, talvez o seu parecer fosse outro.

Profissionais que arriscam a vida para defender a população têm que ser respeitadas

Recentemente, tivemos o caso de um policial morto em serviço, quando desbaratava uma quadrilha de traficantes que aterrorizava os moradores de um condomínio em Gravataí. Sua esposa, também policial, participava da operação e assistiu seu companheiro ser morto em serviço. Em todas as declarações dadas após a tragédia, a policial afirmou com todas as letras que não abandonará a profissão de combater a criminalidade e mudar a sociedade. Infelizmente, o retorno que profissionais como a colega têm é o total desrespeito por parte do governo do estado. Essa mesma profissional que arrisca a vida, passa por uma tragédia inimaginável e continua acreditando na sua profissão, não terá direito a uma aposentadoria dígna, compatível com o serviço que presta à população. Talvez, essa policial seja vista apenas como mais um número na planilha do governador Sartori/PMDB e seu secretário de segurança, Cezar Schirmer. Mas para os policiais e para a população, ela é a representante de milhares de mulheres que arriscam diariamente sua vida na linha de frente do combate à criminalidade.

O governo Sartori/PMDB quer colocar em prática, para todos os aposentados da Polícia Civil, o que já vem fazendo com as pensionistas. Desde o início do seu governo, essas viúvas de colegas que dedicaram sua vida à Polìcia Civil, estão sem receber os reajustes da nossa Tabela de Subsídios. O governo utiliza de detalhes jurídicos para negar às pensionistas, os reajustes que seus maridos lutaram para conseguir. A realidade da Polícia Civil hoje em dia é essa: policiais que não tem nem mesmo a segurança de que, caso percam a vida em uma operação policial, terão suas famílias amparadas pelo Estado.

Fim da paridade e da integralidade vai desestimular os policiais

O Parecer da PGE acaba com dois direitos essenciais dos policiais: a integralidade e a paridade com os servidores da ativa. Se o governo seguir o parecer da PGE, para conseguir se aposentar com direito a Paridade e a Integralidade, os policiais terão que seguir as regras do regime geral da previdência. Ou seja, a regra 85/95, que significa idade mínima de 55 anos e 30 anos de contribuição para as mulheres, e idade mínima de 60 e 35 anos de contribuição para os homens. Caso decidam se aposentar com uma idade em que possam gozar de um tempo mínimo de aposentadoria, terão seus vencimento desvinculados dos salários dos policiais da ativa e não terão direito ao seu salário integral. Em uma realidade como essa, mesmo com todo o idealismo dos policiais e seu senso de dever, o estímulo para continuarem exercendo suas profissões será cada vez menor.

Qualquer ser humano precisa de um mínimo de reconhecimento para seus esforços e sua dedicação. Quem sabe o que se passará na cabeça de uma policial, quando, no meio de um fogo cruzado, lembrar o tratamento que recebe do governo, com salários parcelados e sem direito a uma aposentadoria dígna? Será que existe sentido em colocar a sua vida em risco, trabalhando para um governo que não reconhece direitos mínimos, como salários em dia e uma aposentadoria digna? A resposta que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso daria, é não. A única coisa que ainda move esses profissionais a continuarem arriscando suas vidas no cumprimento do seu dever, é saber que existe uma população que necessita do seu trabalho para continuar vivendo. É saber que, o seu trabalho quando prende uma quadrilha que aterroriza os moradores de uma Vila, pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma criança. Mas, mesmo todo idealismo e dedicação tem um limite. E esse limite está sendo ultrapassado pelo governo Sartori/PMDB.

Fonte: Imprensa UGEIRM Sindicato

COBRAPOL defende na Câmara rejeição do projeto do abuso de autoridade

O vice-presidente Regional Sul da COBRAPOL, Anderson Vieira Amorim, participou na quarta-feira, dia 5, de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados que debateu o projeto de lei que trata do abuso de autoridade (PL 7596/17). O texto já aprovado no Senado também foi alvo de duras críticas dos demais representantes dos policiais, de promotores e de magistrados que participaram da audiência. Todos foram unânimes em defender a rejeição do projeto. Amorim participou da audiência representando o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra.

O PL lista 37 ações que poderão ser consideradas abuso de autoridade, podendo o agente público ser punido com seis meses a quatro anos de prisão. Pelo projeto, passam a ser criminalizados, por exemplo, o uso de algemas no preso quando não houver resistência à prisão; a execução de mandado de busca e apreensão em imóvel, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva, para expor o investigado a vexame; a decretação de condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia de comparecimento ao juízo; e a restrição de encontro reservado entre o preso e seu advogado. Nesses e em outros casos, a

Em sua intervenção na audiência, Amorim, ressaltou que a COBRAPOL é contrária ao projeto, porque este transforma os agentes de segurança pública em criminosos. “Não se pode concordar é que no atual momento político que passa o país, que passa por uma vergonha internacional, queiram mexer exatamente naqueles que fazem o país funcionar ainda nos trilhos, que são as polícias, o Ministério Público e o judiciário. Isso é inadmissível”, afirmou.

A proposta que criminaliza o abuso de autoridade ainda não foi distribuída às comissões temáticas da Câmara, mas já há requerimentos para que o texto seja apensado a outro projeto de lei sobre o tema (PL 6361/09), atualmente em tramitação na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL com informações da Agência Câmara