Gandra antecipa retorno das férias

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, antecipa seu retorno das férias para assumir suas responsabilidades à frente da Confederação e também como coordenador de Mobilização da União dos Policiais do Brasil (UPB) que define nos próximos dias novas estratégias de luta contra a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), em tramitação na Câmara dos Deputados.

A Reforma é extremamente nefasta para o conjunto dos trabalhadores, retira direitos duramente conquistados por diversas categorias profissionais e torna inviável a aposentadoria de grande parte dos brasileiros. “Não se trata apenas dos policiais, mas de todos os trabalhadores. Por essa razão, entendendo o quanto essa reforma é prejudicial, nós da COBRAPOL e das demais entidades de policiais que compõem a UPB somos contrários à PEC 287, em sua totalidade”, comentou Gandra.

Fonte: Imprensa COBRAPOL

COMUNICADO IMPORTANTE

A pedido de Presidentes das Entidades, que descontentes com a delegação da presidência
interina, por mim delegada ao Sr. André Gutierrez, Primeiro Vice-presidente da COBRAPOL, me
foi solicitado o retorno imediato às funções de Presidente, nos termos do estatuto daCOBRAPOL.

Perante a situação, depois de grande ponderação, decidi acatar as solicitações dos meus pares,
pelo que venho pela presente, reassumir, com efeitos a 5 de agosto de 2017, as funções a mim
outogradas estatutariamente, no artº 24.

Em consequência desta minha decisão, desde já ficam revogadas todas e quaisquer competência
por mim delegadas ao Primeiro Vice-presidente.

 

 

Janio Bosco Gandra

Presidente da COBRAPOL

 

 

 

 

 

 

COBRAPOL convoca XVII Congresso da Confederação

A COBRAPOL publicou no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (04/08) o edital de convocação do XVII Congresso Nacional da Confederação, que acontecerá nos dias 04, 05 e 06 de setembro de 2017, com abertura no dia 04, às 18h30 em primeira convocação, e às 19h, em segunda e última convocação, com qualquer número de convocados presentes, no Hotel Princesa Louçã, localizado em Belém-PA. A convocação abrange todas as entidades filiadas à COBRAPOL.

No XVII Congresso Nacional da COBRAPOL serão discutidas as seguintes pautas: 1) Prestação de contas; 2) Alterações Estatutárias; 3) Alteração de base e denominação da entidade; 4) Importância da polícia judiciária no Brasil; 5) Efeitos da audiência de custódia no trabalho dos policiais civis; 6) Apresentação para discussão e aprovação da Lei Geral da Policia Civil elaborada pela COBRAPOL; 7) Unidade nas formas de mobilização contra a retirada de direitos; 8) Reestruturações dos sindicatos, federações e confederação após a reforma trabalhista; 9) Aplicação da lei de segurança nacional nos crimes de tráfico de drogas e armas.

O edital é assinado pelo presidente em exercício da Confederação, André Luiz Gutierrez. No mesmo DOU, foi publicado o Aviso de Anulação dos efeitos do edital de convocação de 23 de julho, publicado no DOU de 25 de julho, Seção 3, Página 141.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL volta a se posicionar contra Reforma da Previdência

O presidente em exercício da COBRAPOL, André Luiz Gutierrez, participou ontem (1º/08), de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal para debater a Reforma da Previdência, com foco nas aposentadorias especiais.

Gutierrez esclareceu que a categoria vem substituindo o termo “aposentadoria especial” por “aposentadoria policial”. Sobre a retirada do conceito de atividade de risco da Constituição, o presidente em exercício esclareceu que os policiais são contra, “Todos os operadores da Segurança Pública são gladiadores modernos, porque diferente do que muitos possam imaginar, a gente busca o risco diariamente. Toda investigação, o policial está buscando o criminoso. Todo dia a gente sai pra trabalhar e não sabe se volta”, afirmou.

Gutierrez destacou ainda a questão da insalubridade envolvida na atividade do policial, os riscos inclusive de contrair doenças físicas e psicológicas, além do desvio de função, e tantas outras situações que envolvem o trabalho policial. Lembrou ainda que a posição da COBRAPOL aprovada em assembleia dos trabalhadores por ela representada é contrária a Reforma da Previdência. “Estamos pensando no conjunto dos trabalhadores e não apenas no policial em si. Por isso, somos totalmente contra essa Reforma”, declarou.

Para saber mais, assista ao vídeo com a intervenção de Gutierrez postado aqui em nossa página.

Atrás: Ademilson Alves Batista (presidente da Feipol/Sul), André Luiz Gutierrez (presidente em exercício da COBRAPOL), e Dr. Mauricio Marcos Mattos (diretor Jurídico Adjunto do Sinclapol). Na frente: Sandro Barbosa Quevedo (diretor Institucional e Intersindical do Sinpol/ RS).

Fonte: Imprensa COBRAPOL

SINPOL RS lança campanha de valorização do policial civil

O Sinpol RS (Sindicato dos Servidores da Polícia Civil do RS) lançou, nesta segunda-feira (31), a campanha de valorização do policial civil com o mote Nossa Missão é Defender a Sociedade. A campanha será veiculada em busdoor pela capital gaúcha, nas principais rádios e nas redes sociais.

O principal objetivo do trabalho, desenvolvido pela Mundi Propaganda, é sensibilizar a sociedade gaúcha para a importância dos policiais civis e da necessidade de agregar forças para a manutenção dos direitos das categorias policiais e pela busca de melhores condições de trabalho.

A campanha apresentada à Chefia de Polícia, à Ugapoci e à Asdep, é a primeira de uma série de trabalhos a serem desenvolvidos nos próximos 12 meses.

O Sinpol RS é, desde 1999, a entidade representativa de todas categorias da Polícia Civil. Seu atual presidente é o policial Emerson Ayres.

Fonte: Imprensa SINPOL RS Sindicato

GUTIERREZ ASSUME A COBRAPOL.

A partir de primeiro de agosto, o presidente do Sinclapol/PR, André Luiz Gutierrez irá assumir, interinamente, a presidência da Cobrapol – Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis. Gutierrez irá substituir o presidente, Janio Bosco Gandra, que está participando do Encontro Internacional de Entidades Nacionais dos Policiais dos Países de Língua Portuguesa – OIP e continuará na Europa em férias.

Na ausência de Gutierrez, estará assumindo a presidência do Sinclapol/PR, o atual vice-presidente, Fabio Rossi Barddal Drummond.

 

Fonte: Imprensa SINCLAPOL Sindicato

COBRAPOL defende na Câmara rejeição do projeto do abuso de autoridade

O vice-presidente Regional Sul da COBRAPOL, Anderson Vieira Amorim, participou na quarta-feira, dia 5, de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados que debateu o projeto de lei que trata do abuso de autoridade (PL 7596/17). O texto já aprovado no Senado também foi alvo de duras críticas dos demais representantes dos policiais, de promotores e de magistrados que participaram da audiência. Todos foram unânimes em defender a rejeição do projeto. Amorim participou da audiência representando o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra.

O PL lista 37 ações que poderão ser consideradas abuso de autoridade, podendo o agente público ser punido com seis meses a quatro anos de prisão. Pelo projeto, passam a ser criminalizados, por exemplo, o uso de algemas no preso quando não houver resistência à prisão; a execução de mandado de busca e apreensão em imóvel, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva, para expor o investigado a vexame; a decretação de condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia de comparecimento ao juízo; e a restrição de encontro reservado entre o preso e seu advogado. Nesses e em outros casos, a

Em sua intervenção na audiência, Amorim, ressaltou que a COBRAPOL é contrária ao projeto, porque este transforma os agentes de segurança pública em criminosos. “Não se pode concordar é que no atual momento político que passa o país, que passa por uma vergonha internacional, queiram mexer exatamente naqueles que fazem o país funcionar ainda nos trilhos, que são as polícias, o Ministério Público e o judiciário. Isso é inadmissível”, afirmou.

A proposta que criminaliza o abuso de autoridade ainda não foi distribuída às comissões temáticas da Câmara, mas já há requerimentos para que o texto seja apensado a outro projeto de lei sobre o tema (PL 6361/09), atualmente em tramitação na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL com informações da Agência Câmara

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O PRESIDENTE DA COBRAPOL NO USO DAS SUAS ATRIBUIÇÕES CONVOCA A DIRETORIA EXECUTIVA E O CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES PARA SE REUNIREM NO DIA 12 DE JULHO DE 2017 A PARTIR DAS 9:00H  NA AGEPOL, SITUADA NO SETOR DE CLUBES ESPORTIVOS SUL, TRECHO 2 – ASA SUL/DF.

PAUTA:
1) DISCUSSÃO PARA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA

2) DEFINIÇÃO DA PAUTA DO XVII CONGRESSO NACIONAL DA COBRAPOL

2) OUTROS ASSUNTOS

BRASILIA, 04 DE JULHO DE 2017

 

JANIO BOSCO GANDRA
PRESIDENTE DA COBRAPOL

Presidente da COBRAPOL entra com representação na PGR contra Rodrigo Maia

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, entrou na tarde desta quinta (29/06) com representação na Procuradoria-Geral da República (PGR), contra o deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, para que este seja responsabilizado com a abertura dos procedimentos administrativos competentes, bem como judiciais, para a apuração dos crimes contra a administração pública e atos de improbidade administrativa, sugerindo-se desde logo, caso comprovadas as denúncias, seja requerido judicialmente a aplicação das sanções previstas no artigo 12, inciso I, da Lei n° 8429/92, quais sejam: perda da função pública e suspensão dos direitos políticos.

Na representação, Gandra também solicita a abertura de processo administrativo na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados contra o deputado Artur Maia (PPS/BA) por infringir o Código de Ética pela quebra de decoro parlamentar, conforme previsão legal.

A representação está baseada na negativa de Rodrigo Maia em reconhecer a denúncia de quebra de decoro parlamentar pelo deputado Arthur Maia (PPS/BA), protocolada pelo presidente da Confederação no dia 19 de abril, sob a alegação de que Gandra não comprovou sua cidadania plena, embora todos os documentos, inclusive os que comprovam que o presidente estava em dia com suas obrigações eleitorais, estivessem anexados.

Entenda o caso aqui

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL