Na CPI da Previdência, COBRAPOL refirma posição contrária à reforma

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, participou na tarde desta quarta-feira (14/06) da audiência pública interativa promovida pela CPI do Senado que investiga a contabilidade da Previdência Social, visto que o déficit previdenciário é uma das principais justificativas do governo para a Reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados na forma da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016.

Em seu pronunciamento, Gandra reafirmou a posição da Confederação contrária à PEC. “Essa reforma é prejudicial para todo o povo brasileiro. Por isso, nós não aceitamos a proposta, ainda que haja a diferenciação de idade de 55 anos para  os policiais”, afirmou.

Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL participa de audiência na CPI da Previdência

O presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, participa nesta quarta-feira (14/06), de audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito da Previdência, instalada no Senado Federal pelo Requerimento nº 161/2017. A audiência será realizada às 14h30, no Plenário n° 19 da Ala Senador Alexandre Costa – Anexo 11 do Senado
Federal.

Outros sindicatos e confederações de trabalhadores devem participar da audiência para discutir o déficit da Previdência Social. Em funcionamento desde abril, a CPI já realizou dez audiências sobre o tema.

 

Acompanhe o resultado da audiência aqui.

Nota sobre novo ministro da Justiça e Segurança Pública

A Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis – COBRAPOL aguarda com expectativa a posse do novo ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, marcada para as 15 desta quarta-feira (31).

Ex-titular do ministério da Transparência, Torquato assume a nova pasta em um momento de total caos na segurança pública. A crise econômica que desembocou em uma crise política que castiga o País, tem afetado sobremaneira a segurança pública e seus agentes.

No que tange à situação dos Policiais Civis, por exemplo, a falta de unidade na carreira, aliada aos baixos salários e às péssimas condições de trabalho (incluindo equipamentos obsoletos, reduzido quadro de servidores e falta do equipamento de segurança), foram agravadas com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 – que retira o dispositivo que garantia aposentadoria especial aos policiais, transferindo a categoria para o Regime Geral que, caso a PEC seja aprovada e promulgada, passa a exigir idade mínima para aposentadoria de 65 anos (homem) e 62 anos (mulher) e tempo mínimo de 25 anos de contribuição para requerer o benefício.

Dito isto, A COBRAPOL espera que o novo ministro consiga visualizar com bastante clareza a situação, inclusive reconhecendo a gravidade do momento, e que atue na nova pasta para sanar os problemas na segurança pública, incluindo aí um novo olhar dos entes governamentais para as dificuldades que os policiais vêm enfrentando.

Neste sentido, a COBRAPOL dá as boas-vindas ao ministro e informa aos trabalhadores policiais civis que em breve encaminhará ao Ministério da Justiça e Segurança Pública solicitação de audiência para tratar da pauta emergência de reivindicações da categoria.

À Direção da COBRAPOL

 

COBRAPOL no Ocupa Brasília

Foi muito positiva a participação da COBRAPOL no Ocupa Brasília, dia 24 de maio, contra a retirada de direitos do povo brasileiro. A manifestação reuniu mais de 150 mil trabalhadores dos setores público e privado que vieram em caravanas para Brasília dizer NÃO à Reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição PEC 287/2016.

Apesar da forte repressão da Polícia Militar que usou desde spray de pimenta, a gás lacrimogênio, bombas de efeito moral, até armas letais, para conter a manifestação que seguia pacífica do lado norte da Esplanada dos Ministérios, enquanto os “black block” estavam promovendo a depredação de prédios públicos na via sul da Esplanada, para o presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra, os policiais e demais trabalhadores presentes na marcha deram o seu recado ao governo, deixando claro que não vão permitir a retirada de direitos.

“Mesmo a falta de preparo de alguns PM’s que, em vez de garantir a segurança e a ordem dos manifestantes, optaram por darem uma demonstração de insensatez e despreparo, e covardemente não permitiram que nos manifestássemos pacificamente. Mas resistimos ao gás, granadas e bombas! Ficamos até o fim ! Nosso país não pode ser governado por corruptos! Deus salve nossa nação!”, afirmou Gandra em comentários nas redes sociais.
Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

Novo ato contra a Reforma da Previdência

A COBRAPOL realizou na manhã desta terça-feira (23) um novo ato no aeroporto de Brasília contra a Reforma da Previdência e também pelo Fora Temer. A atividade recepcionou os parlamentares que chegaram a capital do País. Com faixas, os policiais cobraram a não aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da Reforma da Previdência, e também protestaram contra o governo, em função da delação dos empresários da JBS Friboi, que entregaram gravações comprometedoras com o presidente Michel Temer.

Amanhã, a entidade em conjunto com as centrais sindicais, participa das atividade do OCUPA BRASÍLIA. Acompanhe as ações pelo nosso site e na página do Facebook.

Fonte: Imprensa COBRAPOL

COBRAPOL recepciona deputados que votam contra a Reforma da Previdência

A COBRAPOL realizou um ato no Aeroporto Internacional de Brasília Juscelino Kubitschek na manhã desta terça-feira (16) para recepcionar os deputados que votam contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 – que trata da Reforma da Previdência. O texto traz uma série de alterações nas regras para acesso à aposentadoria que afetam o conjunto da classe trabalhadora, inclusive os policiais civis de todo o País. A atividade deve se repetir todas as terças-feiras. O objetivo é incentivar os parlamentares a manterem seus votos e convencer outros deputados a também votarem contra o projeto.

O texto-base da Reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 -, apresentado pelo relator deputado Arthur Maia (PPS/BA), foi aprovado na Comissão Especial na Câmara em abril e deve ser votado em dois turnos no plenário da Câmara, sendo necessários os votos favoráveis de pelos menos 308 dos 513 deputados para que o texto seja aprovado.

Fonte: Imprensa COBRAPOL
Por Giselle do Valle

Nota de esclarecimento

 

A Reforma da previdência desconsiderou os Policiais Civis no primeiro momento e remeteu para os estados a responsabilidade de tratar da legislação referente à aposentação da categoria.

A Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL), única e legítima entidade representante, em nível de terceiro grau de todos os Políciais Civis brasileiros, orienta a todos os Policiais Civis a resguardarem suas integridades físicas, suas condições humanas e que evitem atividades de risco.

Isto porque, caso haja a aprovação da PEC 287/2016, essa será extremamente maléfica aos profissionais da área de Segurança Pública. O que equivale a dizer que estaremos descobertos em nossas atividades e pior: no caso de falecimento em atividade ou em decorrência dela, nossos familiares receberão apenas metade dos nossos salários.

O Governo Federal e os Governos Estaduais querem que assumamos riscos sem o devido reconhecimento e contrapartidas que garantam segurança jurídica e financeira às nossas famílias.

Não podemos e não devemos compactuar com tais atos, que são atentatórios à própria sociedade e que colocam todos de joelhos diante do crime e dos criminosos.

Não queremos e não vamos admitir que nossos representados, doravante, sequer coloquem suas vidas em risco sem, ao menos, saberem que, caso o façam, não terão garantias legais.  Não podemos admitir que as famílias dos milhares de Policiais sejam abandonadas à própria sorte.

Esclarecemos, ainda, que a COBRAPOL está propondo as devidas ações legais para denunciar os Termos de Cooperações Técnicas firmados entre Governos Estaduais e o Governo Federal, que engajam e ocupam os policiais estaduais no combate ao tráfico de drogas e de armas, atividades de competências federais. Tais crimes, que causam grandes problemas em níveis estaduais, impactam diretamente a vida dos Policiais Civis.

A orientação se deve ao fato de estarmos preocupados, única e exclusivamente, em resguardar os direitos dos Policiais Civis brasileiros e de suas famílias.

À COBRAPOL

Mobilização contra a Reforma da Previdência continua intensa

Os policiais permanecem unidos contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da Reforma da Previdência. Em reunião realizada nesta segunda-feira (8/05), entre a COBRAPOL e representantes de algumas entidades que compõem a União dos Policiais do Brasil – UPB foram definidas duas atividades para esta terça-feira (9/05).

No começo da manhã, os policiais farão uma recepção calorosa no aeroporto de Brasília aos deputados que na Comissão Especial da Câmara votaram contra a reforma. “É uma forma de demonstrar apoio a esses deputados e, ao mesmo tempo, pedir que eles mantenham sua posição no plenário e ainda ajudem a convencer outros deputados a votarem da mesma forma”, afirmou o presidente da COBRAPOL, Jânio Bosco Gandra.

Ao longo do dia, os policiais também farão uma mobilização na Câmara dos deputados para o convencimento dos parlamentares. Na ocasião, a categoria quer alertar aos deputados que a Confederação, suas entidades filiadas e as demais entidades    que integram a UPB farão uma forte divulgação nos estados dos nomes dos deputados que votaram a favor da PEC 287, ou seja, contra os trabalhadores. “Vamos usar todos os meios para alertar a população do desserviço que esse deputado está prestando ao seu eleitor”, afirmou Gandra.

Na reunião desta segunda-feira, os representantes das entidades sindicais de policiais também aprovaram a participação da categoria nas atividades programadas pelas centrais sindicais para os próximos dias.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

Policiais participam da Greve Geral

Foi muito positiva a participação dos policiais no ato convocado pela União dos Policiais do Brasil (UPB) – a qual a COBRAPOL integra – no dia 28 de abril, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
A Greve Geral convocada pelas centrais sindicais foi um grito dos trabalhadores brasileiros contra a Reforma da Previdência (PEC 287). A COBRAPOL se orgulha de fazer parte e ter contribuído para esse momento histórico para a classe trabalhadora, em especial, os policiais civis.

 

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Fonte: Imprensa COBRAPOL

Nota de Esclarecimento – COBRAPOL

Em atenção à imprensa e à sociedade, em virtude de notícias veiculadas sobre o protesto dos trabalhadores da Segurança Pública brasileira, realizado pela União dos Policiais do Brasil (UPB), a COBRAPOL, representante da categoria Policia Civil do Brasil vem esclarecer:

 

A manifestação realizada na Esplanada dos Ministérios contra a REFORMA DA PREVIDÊNCIA (PEC) 287/2016, democrática e pacífica, terminou em confusão no Salão Branco do Congresso Nacional, após as lideranças dos Policias Civis serem barrados na chapelaria do Congresso Nacional, quando iriam protocolar documento na Secretaria da Presidência da Câmara.

 

A Polícia Legislativa reagiu de modo irrefletido à solicitação dos representantes das entidades, impedindo os policiais ao ato comum de protocolar o documento que, em seu teor, exige o afastamento do deputado federal Artur Maia (PPS-BA), relator da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, por envolvimento eleitoral com entidades de previdência complementar privada.

 

Com o impedimento da entrada dos representantes das entidades, gerou-se a insatisfação dos manifestantes quando, então, os ânimos se exaltaram ao ponto de a Polícia Legislativa reagir contra os colegas policiais com bombas de efeito moral e spray de pimenta.

 

A Cobrapol é defensora do diálogo, peça fundamental do entendimento, e lamenta profundamente a ação desproporcional direcionada contra os manifestantes que lutam por seus direitos, fundamentais e legítimos, fato que gerou a crítica negativa de alguns setores da imprensa ao chamá-los de baderneiros.

 

Consideramos excessiva, equivocada e injusta, tanto a ação da Polícia Legislativa quanto a classificação pejorativa de parte da imprensa.

 

Em contrapartida, o fato demonstrou que a luta dos operadores da segurança publica tem o apoio da sociedade brasileira, que espera as soluções justas para os trabalhadores deste setor, pois somente assim terão condições de assegurar a devida assistência e proteção à população.