MAIS UM ALERTA SOBRE A GRAVE SITUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA PÚBLICA

O tema da segurança pública tornou-se, nos últimos anos, foco das maiores preocupações das autoridades públicas em todos os níveis, das organizações sociais e da sociedade como um todo.

O que acontece, hoje, no Estado do Ceará e, em menor proporção, em outras unidades federativas, é o retrato da situação em que se encontra a segurança pública do país, relegada, na última década, à última das prioridades dos governos e jogada, sem piedade, no descaso e no abandono.

A Polícia Civil, instituição estratégica na defesa da sociedade e do cidadão, ao longo dos últimos anos, tem enfrentado inúmeras dificuldades para exercer a missão institucional para a qual foi criada, em razão da falta de investimentos no setor, da ausência de uma política de motivação do seu efetivo humano e das distorções funcionais que a COBRAPOL já apontou inúmeras vezes, o que a levou a apresentar às autoridades do Executivo e do Legislativo uma nova Lei Orgânica da Polícia Civil.

Atrasos em salários, supressão e ameaças a direitos adquiridos, perseguições às lideranças sindicais da categoria, entre outros fatores, provocaram, recentemente, paralisações e protestos de toda natureza, na busca de sensibilizar governos e políticos da necessidade de adotar uma nova postura, valorizando aqueles trabalhadores que, cotidianamente, arriscam sua vida pela paz social.

Uma das questões mais gritantes, entretanto, dessa difícil e dura realidade que ainda vivemos foi retratada, com muita propriedade e realismo, pelo Portal Metrópoles, de Brasília, ao analisar as doenças que atingem os profissionais da segurança pública, na matéria sob o  título “Quando a Polícia Adoece”.

O presidente da COBRAPOL, André Luiz Gutierrez, ressaltou “a importância de mais um chamado da imprensa brasileira quanto a esta mazela que é resultante do descaso e do abandono a que foi relegada a Polícia Civil enquanto instituição e seus trabalhadores”, acrescentando que “espera-se, agora, diante do novo quadro nacional, que a questão da segurança pública seja tratada realmente de forma diferenciada, buscando-se mudanças estruturais, pois, em última instância, o que está em jogo é a segurança da sociedade e dos cidadãos de bem desse país”.

A íntegra da reportagem pode ser acessada pelo link:

Gatilho para suicídio, doenças mentais viram epidemia entre policiais

Fonte: METROPOLES/COMUNICAÇÃO COBRAPOL

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