Indicadores de emprego da FGV pioram em maio

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou os resultados de maio dos indicadores que buscam registrar tendências do mercado de trabalho. São eles o indicador de Antecedente de Emprego (IAEmp) e o Coincidente de Desemprego (ICD). Ambos tiveram variações desfavoráveis.

Os cálculos são feitos com base em entrevistas com empresários da indústria e dos serviços e com consumidores.

Segundo a pesquisa, numa escala de 0 a 200, quanto maior a pontuação pior é o resultado e ambas demonstraram as baixas expectativas quanto a geração de empregos.

O economista do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV) Rodolpho Tobler, em comentário sobre o relatório, declarou que é a quarta queda seguida do IAEmp, “fruto de um desapontamento com o ritmo de recuperação da atividade econômica e dos elevados níveis de incerteza. Enquanto esse quadro persistir é difícil imaginar uma recuperação consistente do IAEmp”.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego aumentou no trimestre encerrado em abril e deixou 28,4 milhões de brasileiros sem emprego.

Fonte: Portal HP

Taxa de investimento é a menor da história

A Instituição Fiscal Independente do Senado mostra que o nível de investimentos na economia é o mais baixo da média nacional desde 1997.

No primeiro trimestre de 2019, a taxa de investimento recuou para 15,5%, patamar inferior à média histórica registrada entre 1997 e 2013 (18,6%).

“Essa dinâmica tem sido influenciada pela diminuição dos investimentos públicos, pela existência de elevada capacidade ociosa no parque industrial e pelo ambiente de incerteza que persiste sobre as perspectivas de recomposição do quadro de equilíbrio fiscal”, explica a IFI.

Essa análise se soma a de outras fontes que apontam para necessidade de ação estatal para estimular a economia e a produção industrial.

Fonte: Agência SENADO 

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