Imprensa repercute posição das entidades que alertam sobre risco de instabilidade institucional

A imprensa já começou a repercutir o forte posicionamento das entidades que, no Manifesto à Nação Brasileira, divulgado, nesta quinta (7), também subscrito pela COBRAPOL, alertam para o grave risco de “instabilidade institucional”, caso o presidente Jair Bolsonaro vete o dispositivo aprovado no PLS 39/2020, que exclui as categorias de servidores públicos da segurança pública, da saúde, da assistência, social, entre outras envolvidas diretamente no combate à Covid-19, do congelamento salarial previsto para final de 2021.

O bloco O ANTAGONISTA, através da manchete “Forças de segurança alertam a sociedade sobre risco de veto presidencial”, escreveu:

“Em ‘Manifesto à Nação Brasileira’, 13 entidades federais, estaduais e municipais destacam “a instabilidade institucional” que poderá ocorrer, caso o presidente Jair Bolsonaro desfaça “a decisão democrática do Congresso Nacional” de excluir as carreiras, “expostas a riscos de toda ordem no cumprimento de suas missões constitucionais e legais”, inclusive a contágio e morte pela COVID-19, do congelamento de salários e da proibição de promoções e progressões […] Sem, muitas vezes, mínimas condições de trabalho e respeito às suas carreiras, os profissionais de segurança pública e da saúde, os mais expostos ao perigo derivado de uma doença viral ainda desafiadora à ciência, não conseguirão atender à multiplicidade de desafios impostos à garantia dos direitos fundamentais previstos na Constituição Federal e à estabilidade social pela pandemia que se agrava no país, tornando o cenário ainda mais gravoso e prejudicial à Nação”, destaca o texto.

Já o jornal Correio Braziliense, o principal da Capital Federal, publicou reportagem com a seguinte manchete “Policiais falam em “risco de instabilidade institucional”, se Bolsonaro vetar lei que excluiu profissionais de congelamento”.

O texto da matéria diz:

“Entidades representantes de PMs, Bombeiros, Guardas Municipais, Polícias Civis, PRF, PF, Polícias Penitenciárias e Agentes Socioeducativos estão falando em “risco de instabilidade institucional”, caso Jair Bolsonaro vete os artigos que excluem essas categorias do congelamento salarial do funcionalismo. “Alegam que a decisão do Congresso Nacional foi “democrática” e que os profissionais de segurança pública estão “diuturnamente expostos a riscos de toda ordem”, inclusive ao “contágio e à morte por complicações da SARS-COV-2”.

Fonte: Comunicação COBRAPOL