COBRAPOL DENUNCIA VIOLÊNCIA E SE SOLIDARIZA COM A LUTA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA BAHIA!

A Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL) vem a público manifestar seu mais veemente repúdio à agressão sofrida pelos servidores públicos da Bahia, entre os quais diversos policiais civis, durante a realização de um ato político na Assembleia Legislativa daquele Estado, na última sexta-feira (31), em protesto contra a Reforma da Previdência (PEC 159), de autoria do governo estadual.

Além de policiais civis e suas lideranças sindicais, foram vítimas da agressão servidores do Poder Judiciário, professores, profissionais da saúde pública, policiais penais, entre outros que se manifestavam contra o teor da proposta que estava sendo votada pelos deputados estaduais. Integrantes da PM não pouparam o uso da violência e, até mesmo, de bombas e gás lacrimogênio.

Os servidores denunciaram, na ocasião, a ausência de diálogo com o governo Rui Costa e suas práticas rotineiras de perseguição aos servidores públicos, quando o poder público deveria, no mínimo, zelar pelo direito à livre manifestação e garantir a segurança do funcionalismo estadual, bem como não permitir retrocesso em seus direitos.

A COBRAPOL, ao lado de suas entidades filiadas do Estado da Bahia, além de solidarizar-se com os servidores estaduais, reafirma seu compromisso de intensificar a luta pelo sagrado direito dos policiais civis a uma aposentadoria justa, baseada no tratamento igualitário e isonômico ao dispensado à Polícia Militar, por uma questão de justiça e de direito.

Nesse sentido, nesta terça-feira (4), em todo país, manifestações estão programadas para acontecer nas assembleias legislativas em defesa da aposentadoria policial. Da mesma forma, serão intensificados os trabalhos junto aos deputados federais para assegurar, no texto da PEC 133/2019 (PEC Paralela da Previdência), a devida proteção constitucional para que os policiais civis e demais profissionais da segurança pública sejam tratados dentro do princípio da isonomia com os policiais militares e em respeito à integralidade e paridade de seus benefícios.

Essa garantia constitucional é absolutamente fundamental para que retrocessos como os que ocorrem na Bahia e em outros estados não sejam praticados contra direitos fundamentais de uma categoria essencial ao sistema de segurança pública do país!

Brasília, 3 de fevereiro de 2019

ANDRÉ LUIZ GUTIERREZ
Presidente

 

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