FEPOLNORTE REPUDIA AÇÃO “ARBITRÁRIA E ANTIDEMOCRÁTICA” CONTRA SINPOL-CE. COBRAPOL TAMBÉM É SOLIDÁRIA COM OS DIRIGENTES CEARENSES

A Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Norte – FEPOLNORTE emitiu nota assinada pelo seu presidente, Itamir Alisson Neves de Lima, em que “repudia veementemente as ações da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará” pelo fato de ter instaurado “de forma arbitrária, antidemocrática e repugnante Processo Administrativo Disciplinar com o intuito de demitir diretores do SINPOL-CEARÁ por estes atuarem em suas legítimas atividades sindicais na defesa da categoria”.

A COBRAPOL, também pelo presidente, André Luiz Gutierrez, solidariza-se com os dirigentes do SINPOL-CE e condena as arbitrariedades perpetradas pela Controladoria Geral. “Infelizmente, não são ações isoladas, pois fatos como esse verificamos em outros estados brasileiros onde policiais civis, no exercício do legítimo e constitucional direito sindical, são perseguidos por atuarem em defesa de sua classe”, afirmou.

Publicamos, na íntegra, a Nota da FEPOL-NORTE.

 

NOTA DE REPÚDIO

 

A Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Norte – FEPOLNORTE, repudia veementemente as ações da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Estado do Ceará que de forma arbitrária, antidemocrática e repugnante instaurou Processo Administrativo Disciplinar com o intuito de demitir Diretores do SINPOL-Ceará por estes atuarem em suas legítimas atividades sindicais em defesa dos profissionais da polícia civil daquele estado.

A desastrosa atuação do referido órgão fiscalizador deu-se por conta de uma denúncia de usurpação de função que o SINPOL-CE realizou ainda no ano de 2016, ou seja, no exercício fidedigno de suas atribuições. A performance absurda conta ainda com o aval da Procuradoria Geral do Estado que em seu entendimento atual diz que os referidos sindicalistas não gozam de imunidade sindical, simplesmente por serem representantes de servidores público, em um atentado violento aos termos democráticos consagrados no texto da Constituição Federal de 1988.

É grave vermos este tipo de postura de qualquer governo em um Estado Democrático de Direito, mas ainda mais estranha e abominável em um estado comandado por representante de um Partido marcado pela representação dos trabalhadores, nos fazendo crer que tal atitude é tomada à revelia de seu chefe maior.

A FEPOLNORTE solidariza-se com os Diretores do SINPOL e todos os policiais civis do Estado do Ceará colocando-se à disposição, juntamente com os estados que representa, para juntos encontrarmos meios para rechaçar e coibir atitudes como essas, para que não prosperem e jamais sejam toleradas em meio à nossa sociedade.

Manaus (AM), 13 de novembro de 2018

ITAMIR ALISSON NEVES DE LIMA

Presidente

DEPUTADO ELEITO POR BRASÍLIA RECEBE LEI ORGÂNICA E ABRAÇA LUTA DA COBRAPOL

A sede nacional da COBRAPOL abrigou, no dia de ontem (13), reunião com o deputado federal eleito pelo Distrito Federal, Luis Miranda (DEM), ocasião em que recebeu das mãos do 1º vice-presidente da Confederação, Giancarlo Miranda,  da vice-presidente Regional Centro Oeste e presidente da FEIPOL-CON, Marcilene Lucena, e do conselheiro Marcus Monteiro a proposta da entidade para implantação da Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil (foto).

Na ocasião, os dirigentes sindicais ressaltaram a importância da Lei Orgânica para valorizar a categoria, com a implantação da Carreira Única, e, com isso, fortalecer a ação da instituição na segurança pública do país.

Luís Miranda, reconhecido nas redes sociais pela defesa da modernização das forças de segurança, colocou-se à disposição da COBRAPOL para a discussão das reivindicações da categoria no Congresso Nacional. “Estou recebendo uma proposta para inovar a Polícia Civil em todo país e isso é muito importante porque a hora mais do que nunca é de renovação”, afirmou.

“A COBRAPOL agradece e os policiais civis do Brasil também agradecem e desejam muito êxito ao deputado Luís Miranda no exercício de seu mandato”, disse Giancarlo.

Fonte: Comunicação COBRAPOL

SINDPOL-PA REÚNE-SE COM O DEPUTADO ÉDER MAURO PARA DEFENDER A LEI ORGÂNICA E A APOSENTADORIA DOS POLICIAIS CIVIS

Os dirigentes do SINDPOL-PA reuniram-se com o deputado federal Éder Mauro (foto) para reafirmar a solicitação de apoio na Câmara Federal à Lei Orgânica Nacional da Polícia Civil e às reivindicações dos policiais civis no âmbito da reforma da Previdência.

Na ocasião, o SINDPOL denunciou a como o governo federal vem atacando os servidores públicos, em especial os policiais civis do Brasil. Ataques esses através de campanhas milionárias, utilizando todos os veículos de comunicação que o dinheiro público pode comprar. Campanhas difamatórias e mentirosas tentando demonstrar que nós servidores públicos somos privilegiados, e consequentemente, desconsiderando os relevantes serviços que são prestados à sociedade brasileira.

Os dirigentes argumentam, ainda, que o governo omite o regime trabalhista e previdenciário pelo qual os policiais civis são regidos, enganando a população e tentando imputar a profissionais dedicados e cumpridores de suas obrigações a responsabilidade da crise financeira existente no país.

Sobre a reforma da Previdência, reiteramos o quanto é inadmissível a farsa do rombo do setor, constatada, inclusive, por meio de uma CPI instaurada e concluída no Senado da República, e o fato de que o resultado dessa CPI  seja totalmente desconsiderada pelo governo e a Câmara Federal na apreciação de uma matéria que não acaba com privilégios, não cobra os inadimplentes e verdadeiros causadores do déficit previdenciário, muito menos sana ou combate a corrupção sistêmica que causa prejuízo anual em torno de R$ 200 bilhões.

No contato com o parlamentar paraense, o SINDPOL-PA argumentou que os policiais civis exercem profissão de risco, executam a segunda atividade mais estressante do planeta, de acordo com a OIT, e não se calarão diante da atrocidade cometida por alguns políticos e o governo que insistem em querer retirar seus direitos.

O SINDPOL-PA, reafirmou, também, conta com o apoio do deputado federal reeleito Éder Mauro, para que possa levar ao conhecimento do presidente Jair Messias Bolsonaro a verdadeira realidade dos policiais civis do Pará e do Brasil.

Fonte: SINDPOL-PA

COBRAPOL REÚNE LIDERANÇAS DE TODO PAÍS E REFORÇA PLEITOS DOS POLICIAIS CIVIS

Reunidos em Brasília, na sede do SINPOL-DF, na última quinta (8) e sexta-feira (9), a Diretoria Executiva e o Conselho de Entidades da COBRAPOL definiram um plano de ação da entidade, com apoio dos Sindicatos e Federações filiados, com prioridade para a defesa aposentadoria dos policiais civis e a luta pela implementação da Lei Orgânica Nacional da categoria, cujo projeto já foi entregue ao governo federal e a várias lideranças do Congresso Nacional.

O encontro serviu para reforçar a importância das articulações em todos os Estados da Federação junto aos novos governos e bancadas parlamentares com o objetivo de defender a agenda prioritária dos policiais civis. Representantes da categoria de praticamente todos os estados do país posicionaram-se no mesmo sentido.

O presidente da COBRAPOL, André Luiz Gutierrez, informou sobre as providências que estão sendo tomadas para uma reunião com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, bem como com o futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. A COBRAPOL pretende ainda este ano assegurar essas duas agendas, pelas quais a entidade pretende apresentar as reivindicações da categoria ao governo que tomará posse a partir de 1º de janeiro. Nesse ponto, foi decidido divulgar amplamente a Carta Aberta da União dos Policiais do Brasil (UPB), apoiada pela COBRAPOL, ao presidente Bolsonaro contendo vários pleitos das categorias que atuam na segurança pública.

Durante a reunião, foram tomadas decisões para fortalecer a comunicação da COBRAPOL com suas entidades filiadas, a categoria e a sociedade em geral, com ênfase na defesa Carreira Única e na valorização dos policiais civis e da instituição.

A Diretoria e o Conselho de Entidades da COBRAPOL aprovaram, por unanimidade, a realização de assembleias simultâneas em todo país com a categoria para discutir a reforma da Previdência, hoje tramitando no Congresso Nacional, e a Lei Orgânica. A proposta é realizar essas assembleias entre os dias 3 e 8 de dezembro deste ano. Até lá, a Confederação providenciará alguns vídeos institucionais em torno dos temas de interesse da categoria.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA – A COBRAPOL decidiu intensificar a luta pela defesa da aposentadoria diferenciada aos policiais civis, com garantia da paridade e da integralidade, conforme prevê a Constituição Federal. “Estaremos dispostos a repetir os mesmos gestos dos anos anteriores junto ao Congresso e ao governo para defender a justiça na concessão dos benefícios aos nossos trabalhadores policiais civis”, afirmou o presidente Gutierrez.

SUCATEAMENTO DAS POLICIAIS – Durante a reunião da COBRAPOL, vários Estados relataram o descaso de governos em relação à segurança pública, com o atraso do salário dos profissionais da área e o sucateamento dos equipamentos necessários à segurança pública. Foi aprovada uma moção exigindo a normalização das remunerações atrasadas, especialmente com os policiais civis, bem como de repúdio aos abusos cometidos pelas corregedorias estaduais.

DEFESA DA COBRAPOL – A direção da COBRAPOL apresentou um relatório, através de advogados encarregados dessa tarefa, sobre as providências que estão sendo adotadas para normalizar a situação administrativa e financeira da entidade. O colegiado apoiou as iniciativas judiciais e extrajudiciais que estão sendo implementadas para identificar responsabilidades e defender o patrimônio da Confederação.

“Desde que assumimos, zelamos por cada centavo de nossa arrecadação, pois sabemos que esse dinheiro não nos pertence e sim aos nossos representados. É como diz o ditado, dinheiro alheio não aceita desaforo. Vamos continuar trabalhando para fortalecer a nossa entidade para que possamos defender com mais eficiência os nossos  interesses”, sentenciou Gutierrez.

HOMENAGEM – A COBRAPOL e suas entidades filiadas aproveitaram sua presença em Brasília para promover quinta-feira (8), na sede social da AGEPOL, um evento de homenagem aos policiais civis que se elegeram ou colocaram seu nome à disposição no pleito de 2018, especialmente na disputa para os legislativos estaduais e federal. Segundo o presidente da COBRAPOL, André Luiz Gutiererz, “o evento serviu para reforçar a importância das lideranças de nossa categoria disputar os cargos legislativos e, até, os executivos, como fortalecer nossos pleitos nas esferas políticas e administrativas” (divulgaremos, proximamente, o nome de todos os homenageados, eleitos ou não).

Fonte: COMUNICAÇÃO COBRAPOL

COBRAPOL E SINDPOL-RR PEDEM IMEDIATA INTERVENÇÃO EM RORAIMA

O motivo é o caos com a paralisação dos serviços públicos essenciais, principalmente na segurança pública

A COBRAPOL o SINDPOL-RR, através de seus presidentes,  André Luiz Gutierrez e Leandro Almeida, respectivamente, solicitaram hoje (8) à Procuradoria Geral da República (PGR) um pedido de intervenção federal no Estado de Roraima (foto).

A motivação central para tal pedido é o fato de que os servidores da segurança pública daquele Estado estão há dois meses sem receber seus salários, além da suspensão do pagamento de todos os fornecedores há vários meses.

A Polícia Civil de Roraima está prestes a fechar as portas, pois, além dos servidores estarem sem receber seus proventos, não há material básico imprescindível às atividades diárias da instituição.

O Estado também enfrenta uma crise sem precedentes na área da saúde, onde os dois maiores hospitais da capital oram interditados, e no sistema prisional.

Desde que a atual governadora perdeu as eleições, ainda no primeiro turno, a população sofre com a grave crise em serviços públicos essenciais.

Gutierrez e Leandro Almeida, depois de protocolarem a petição foram unânimes em afirmar que “não há outra solução senão a intervenção, medida drástica, mas a única que pode ser capaz de normalizar os serviços públicos paralisados, principalmente nas áreas essenciais, como a segurança pública, fato que afeta profundamente a população do Estado”.

Fonte: SINDPOL-RR/Comunicação COBRAPOL

POLICIAIS BRASILEIROS APRESENTAM CARTA AO PRESIDENTE BOLSONARO

As entidades que compõem a União dos Policiais do Brasil (UPB) reuniram-se na manhã desta quarta, 7, em Brasília, para discutir as estratégias e ações a serem adotadas nos próximos meses na luta contra a Reforma da Previdência.

A COBRAPOL foi representada pelo seu presidente, André Luiz Gutierrez.

Para os dirigentes das entidades, caso se confirme uma votação ainda neste ano, conforme a imprensa tem noticiado, a UPB lutará no Congresso Nacional para excluir os policiais da atual proposta.

A entidade defende, sobretudo, que o risco inerente à atividade policial, já reconhecido pela Constituição Federal, seja respeitado.

O grupo que se reuniu nesta quarta (FOTO) elaborou um documento que será encaminhado ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) nos próximos dias. O objetivo é deixar claro que os policiais precisam ter um tratamento diferenciado nessa questão.

O texto faz uma defesa das propostas da UPB para os policiais de todo o país e propõe sugestões em consonância com o posicionamento de Bolsonaro, conforme manifestado por ele em diversas ocasiões ao mencionar a valorização da Segurança Pública.

 

Conheça, na íntegra, o documento da UPB:

CARTA DOS POLICIAIS BRASILEIROS AO PRESIDENTE ELEITO JAIR MESSIAS BOLSONARO

Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro

Nós, os policiais brasileiros, representados pela União dos Policiais do Brasil (UPB), comungando com os ideais patrióticos de Vossa Excelência, vimos parabenizá-lo pela eleição presidencial e, por oportuno, registrar nossa disposição para o combate à corrupção e às organizações criminosas e em busca da justiça e da paz pública.

Cumpre salientar, todavia, que a UPB não compartilha com os termos apresentados no texto da PEC 287/16, uma vez que eles desconsideram as particularidades e peculiaridades inerentes à atividade de risco policial, entendendo ser necessário maior discussão, ao tempo em que destacamos os seguintes pontos:

1. A referência conceitual, que equipara os contingentes policiais aos militares das Forças Armadas, está contida na decisão do Supremo Tribunal Federal, em sede do MI 774, 07/04/2014: “em razão de constituírem expressão da soberania nacional, revelando-se braços armados da nação, garantidores da segurança dos cidadãos, da paz e da tranquilidade públicas”;

2. O ordenamento jurídico brasileiro reconhece que o servidor policial expõe sua integridade física a risco no exercício de sua atividade constitucional, com dedicação integral, exclusiva e à mercê de iminente perigo de morte ou de invalidez permanente. Tanto é que o Supremo Tribunal Federal, quando do julgamento da ADI 3817/2006-DF, firmou o entendimento de que o policial no labor de sua função cotidiana exerce atividade de risco, singularidade esta que o diferencia das demais categorias de servidores públicos. Em razão de sua missão precípua, o policial deve ter um tratamento diferenciado em relação ao trato previdenciário;

3. Para retratar essa realidade, temos os recentes dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública que revelam homicídios de 453 policiais civis e militares no cumprimento de seu dever ao longo do ano de 2016;

4. É de se registrar, também, o resultado de estudos recentes da Fundação Getúlio Vargas – FGV, relativos ao ano de 2016, demonstrando que a expectativa de vida do policial varia de 52 a 58 anos, incluindo nesse universo de pesquisa e estudos os policiais militares, civis, federais e rodoviários federais. Tal quadro revela a disparidade entre a expectativa de vida dos policiais e a dos demais servidores;

5. Cabe observar, por fim, o princípio da proporcionalidade, que guarda consonância de tratamento constitucional entre os servidores policiais civis, militares e os contingentes das Forças Armadas. Dessa forma, os contingentes dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do País, assim como os policiais militares, todos insculpidos no art. 144 da Constituição Federal, devem ser contemplados sem discriminação ou divisão, com igual parâmetro constitucional. O atendimento de tal propositura constitui-se em um ato de Justiça ao tratar-se igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, como preconizam a segurança jurídica nacional e universal.

Ante todo o exposto, colocamo-nos à disposição para colaborar com propostas condizentes com as peculiaridades da atividade policial no Brasil e comungamos com Vossa Excelência que os profissionais de segurança pública e os militares devem possuir regulamentação adequada às suas atividades. Brasília-DF, 07 de novembro de 2018.

UNIÃO DOS POLICIAIS DO BRASIL

COBRAPOL REÚNE DIRETORIA E CONSELHO DE ENTIDADES PARA DEFINIR PLANO DE AÇÃO

A COBRAPOL reúne sua Diretoria Executiva e Conselho de Entidades nesta quinta-feira (8), a partir das 14 h, e sexta-feira (9), das 9 h às 12 h,  no auditório do SINPOL-DF, com o objetivo de discutir o posicionamento  e a atuação da Confederação frente aos novos governos Federal e estaduais. Estará presente toda representação nacional da entidade.

Segundo o presidente da Confederação, André Luiz Gutierrez, “será a última reunião do ano e, portanto, decisiva para organizarmos nosso plano de ação junto aos governos na defesa dos interesses de nossa categoria”.

Gutierrez destacou que as prioridades para este ano e, principalmente, o próximo ano serão a defesa da aposentadoria dos policiais civis no âmbito da discussão da Reforma da Previdência e a questão da Lei Orgânica Nacional que institui a Carreira Única e é fundamental para a valorização da categoria e o fortalecimento da instituição.

O presidente da COBRAPOL resgatou “as ações já desenvolvidas pela entidade nas duas questões que consideramos vitais para a categoria” e lembrou “as iniciativas junto ao Congresso Nacional no tocante à reforma previdenciária e a apresentação ao governo federal e às lideranças parlamentares da Lei Orgânica da Polícia Civil”.

HOMENAGENS – A Confederação pretende, ainda, na quinta (8), às 20, na AGEPOL, promover uma homenagem aos policiais civis que colocam seu nome à disposição da categoria no pleito eleitoral de 2018. Ex-candidatos e parlamentares eleitos, de vários estados, já confirmaram a presença.

Fonte: Comunicação COBRAPOL

No país da reforma, o único emprego que cresce é o informal

A taxa de desemprego caiu e a ocupação aumentou no trimestre encerrado em setembro, mas isso aconteceu praticamente sem criação de vagas formais, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE. “O problema maior desse avanço é que isso se deu em emprego sem carteira e por conta própria. É um resultado favorável, mas voltado para a informalidade e o aumento da subocupação”, comenta o coordenador de Trabalho e Rendimento do instituto, Cimar Azeredo.

Mesmo com essa “melhora”, o IBGE informa que os chamados “subutilizados” aumentaram em 2,1% em um ano e somam agora 27,3 milhões. E os desalentados cresceram 12,6%, chegando a 4,8 milhões de pessoas, 4,3% da força de trabalho. Esses resultados contrastam com os argumentos dos defensores da “reforma” trabalhista, que falavam em ampla criação de empregos com as mudanças. A Lei 13.467 completará um ano de vigência em 11 de novembro.

No mês passado, a taxa média no país ficou em 11,9%, o que corresponde a uma estimativa de 12,494 milhões de desempregados. São 474 mil a menos (-3,7%) em relação a junho e menos 469 mil (-3,6%) na comparação com setembro de 2017.

O nível de ocupação cresceu 1,5% no trimestre, com acréscimo de 1,384 milhão de pessoas no mercado de trabalho, para um total de 92,622 milhões. Mas desse contingente a mais, 522 mil são empregados sem carteira no setor privado (4,7%), 432 mil são trabalhadores por conta própria (1,9%) e 88 mil, sem carteira no setor público (3,6%). O emprego com carteira assinada fica praticamente estável.

Se a comparação é com setembro do ano passado, a ocupação cresce 1,5%, com mais 1,325 milhão de pessoas. Apenas os empregados sem carteira no setor privado têm aumento de 601 mil (5,5%). E os trabalhadores por conta própria são mais 586 mil (2,6%). A categoria de empregadores, na qual se pode considerar o empreendedorismo, também cresce, 4,3% (184 mil).

Sem carteira – Assim, o país passou de 33,3 milhões de empregados com carteira assinada no setor privado, um ano atrás, para 32,9792, menos 327 mil. Os sem carteira aumentaram de 10,910 milhões para 11,511 milhões. E os trabalhadores por conta própria foram de 22,911 milhões para 23,496 milhões.

Em um ano, a participação dos empregados com carteira no total de ocupados caiu de 36,5% para 35,6%. Os sem carteira foram de 11,9% para 12,4% e os autônomos, de 25,1% para 25,4%.

Fonte: Rede Brasil Atual

Centrais Sindicais vão intensificar luta contra a reforma da Previdência

As centrais sindicais CSB, CSP/Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical e Nova Central decidiram intensificar a luta contra a proposta de reforma da Previdência anunciada recentemente por intermédio dos meios de comunicação.

Durante a reunião em São Paulo (foto), os sindicalistas elaboraram um documento unitário com as próximas ações do movimento sindical, entre as quais a realização de um seminário, em 12 de novembro, para iniciar a organização da campanha nacional sobre a ‘Previdência que queremos’.

“É hora de fortalecer a unidade do movimento sindical. Bolsonaro quer aprofundar a agenda golpista imposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Os dois compartilham objetivos semelhantes em relação à Previdência e ambos querem o fim do sistema público de aposentadorias”, afirma Adilson Araújo, presidente da CTB.

Miguel Torres, presidente da Força Sindical, ressalta que a única forma de os trabalhadores lutarem para impedir a aprovação de uma reforma que retira direitos é fortalecer ainda mais a unidade de ação. “A unidade, a resistência e a luta serão fundamentais para barrarmos mais este retrocesso e os graves impactos da ‘reforma’ na vida dos trabalhadores e trabalhadoras.”

Fonte: Portais CENTRAIS

Proposta de votar reforma da Previdência já divide deputados

Vários líderes de partidos acreditam que será difícil votar alguma reforma da Previdência neste ano; mas os deputados que apoiam o novo governo afirmam que seria interessante negociar a aprovação da reforma que está em tramitação para que Jair Bolsonaro já começasse o seu mandato com menos pressões na área fiscal. Depois, em 2019, o novo governo poderia enviar outro texto com mudanças mais profundas. O texto em tramitação (PEC 287/16) altera a idade mínima de aposentadoria, que passa a ser de 65 anos para homens e 62 para mulheres.

O líder do PSL, deputado Eduardo Bolsonaro (SP), defende esta ideia. “A gente sabe que essa proposta de 65 anos, ela só passaria a vigorar daqui a 15, 20 anos. Isso aí a gente está falando lá para 2040. Então, na verdade, a gente tem que desmistificar isso daí e fazer as emendas necessárias. E a gente apoia aqui uma reforma bem tranquila, bem simples, onde não tenha tanto impacto, onde os deputados fiquem confortáveis para fazer essa votação. Eu acho que é muito interessante e seria muito bem-vinda para dar um gás inicial ao governo Bolsonaro.”

Reforma definitiva – O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, tem falado em uma reforma definitiva, substituindo o atual regime de repartição, pelo qual o dinheiro de todos os contribuintes é usado para pagar as aposentadorias atuais; por um sistema de capitalização, pelo qual cada um contribui para uma conta individual.

O presidente da Comissão de Finanças e Tributação, deputado Renato Molling (PP-RS), também quer uma reforma imediata e ampla.

“Todas as categorias têm que entrar porque, se deixar alguma fora, eu vejo dificuldade. Agora se todas entrarem, eu acho que todas vão fazer um sacrifício e os parlamentares vão se sensibilizar da importância que tem a reforma da Previdência.”

Já o presidente da Comissão de Trabalho, deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), não acredita em tempo hábil para a votação.

“Eu não vejo ambiente adequado para isso nesse momento, até porque é uma matéria que precisa ser amplamente discutida e a reforma da Previdência não pode ser uma reforma pensando no caixa do governo, mas nós precisamos pensar como nação no sentido de que haja sustentabilidade e equidade para as próximas gerações”, disse.

Legitimidade – Vice-líder do MDB, o deputado Hildo Rocha (MA) destaca que muitos parlamentares não foram reeleitos e isso tem um peso. “Não há nenhuma legitimidade por parte de grande parte dos deputados e senadores que aqui estão. Porque não se reelegeram, eles estão deslegitimados pela população para fazer qualquer mudança na Constituição. Além do que nós temos aí uma intervenção no estado do Rio de Janeiro e que impossibilita ser apreciado qualquer tipo de mudança constitucional.”, afirmou.

Vice-líder do PT, a deputada Maria do Rosário (RS) disse que o seu partido vai adotar uma postura crítica. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já afirmou que a reforma da Previdência é urgente, mas que é preciso avaliar se há clima para aprovação do texto neste ano.

Fonte: Agência Câmara