GUTIERREZ ASSUME A COBRAPOL.

A partir de primeiro de agosto, o presidente do Sinclapol/PR, André Luiz Gutierrez irá assumir, interinamente, a presidência da Cobrapol – Confederação Brasileira dos Trabalhadores Policiais Civis. Gutierrez irá substituir o presidente, Janio Bosco Gandra, que está participando do Encontro Internacional de Entidades Nacionais dos Policiais dos Países de Língua Portuguesa – OIP e continuará na Europa em férias.

Na ausência de Gutierrez, estará assumindo a presidência do Sinclapol/PR, o atual vice-presidente, Fabio Rossi Barddal Drummond.

 

Fonte: Imprensa SINCLAPOL Sindicato

A crueldade do fim da Aposentadoria Especial da Mulher Policial no RS

Em março desse ano, a Procuradoria Geral do Estado (PGE) emitiu um Parecer para o governo do estado, considerando o decreto que regulamenta a aposentadoria da mulher policial inconstitucional. A partir do mês de julho, o governo passou a seguir esse parecer e tem rejeitado as aposentadorias pedidas com base na Aposentadoria Especial da Mulher Policial. Talvez o procurador que emitiu esse parecer tenha pensado apenas nos interesses econômicos do governo do estado. No entanto, é importante pensarmos nas pessoas que serão atingidas por essa decisão e na importância do seu trabalho para a população gaúcha.

Aposentadoria da Mulher Policial é essencial para a segurança pública

A aposentadoria especial da polícia civil e o redutor no tempo de contribuição para a mulher policial, não é um privilégio ou uma concessão do poder público. É uma necessidade para o desempenho do trabalho policial. Todos os dados que temos, apontam para uma expectativa de vida menor para esses profissionais. A atividade de garantir a segurança da população, traz, já na sua essência, o risco de morte. Lidar com isso diariamente, é um fator de estresse absurdo. Para as mulheres que têm que provar a cada dia sua capacidade, em uma sociedade acostumada a considerá-las menos capazes, esse estresse é multiplicado. Some-se a isso a preocupação com os filhos e a dupla jornada e teremos um quadro dramático. Talvez, o procurador não tenha se colocado no lugar dessas mulheres e nem imaginado o que é sair de casa para trabalhar, se despedir dos filhos e não saber se voltará com vida para casa. Se fizesse esse exercício, talvez o seu parecer fosse outro.

Profissionais que arriscam a vida para defender a população têm que ser respeitadas

Recentemente, tivemos o caso de um policial morto em serviço, quando desbaratava uma quadrilha de traficantes que aterrorizava os moradores de um condomínio em Gravataí. Sua esposa, também policial, participava da operação e assistiu seu companheiro ser morto em serviço. Em todas as declarações dadas após a tragédia, a policial afirmou com todas as letras que não abandonará a profissão de combater a criminalidade e mudar a sociedade. Infelizmente, o retorno que profissionais como a colega têm é o total desrespeito por parte do governo do estado. Essa mesma profissional que arrisca a vida, passa por uma tragédia inimaginável e continua acreditando na sua profissão, não terá direito a uma aposentadoria dígna, compatível com o serviço que presta à população. Talvez, essa policial seja vista apenas como mais um número na planilha do governador Sartori/PMDB e seu secretário de segurança, Cezar Schirmer. Mas para os policiais e para a população, ela é a representante de milhares de mulheres que arriscam diariamente sua vida na linha de frente do combate à criminalidade.

O governo Sartori/PMDB quer colocar em prática, para todos os aposentados da Polícia Civil, o que já vem fazendo com as pensionistas. Desde o início do seu governo, essas viúvas de colegas que dedicaram sua vida à Polìcia Civil, estão sem receber os reajustes da nossa Tabela de Subsídios. O governo utiliza de detalhes jurídicos para negar às pensionistas, os reajustes que seus maridos lutaram para conseguir. A realidade da Polícia Civil hoje em dia é essa: policiais que não tem nem mesmo a segurança de que, caso percam a vida em uma operação policial, terão suas famílias amparadas pelo Estado.

Fim da paridade e da integralidade vai desestimular os policiais

O Parecer da PGE acaba com dois direitos essenciais dos policiais: a integralidade e a paridade com os servidores da ativa. Se o governo seguir o parecer da PGE, para conseguir se aposentar com direito a Paridade e a Integralidade, os policiais terão que seguir as regras do regime geral da previdência. Ou seja, a regra 85/95, que significa idade mínima de 55 anos e 30 anos de contribuição para as mulheres, e idade mínima de 60 e 35 anos de contribuição para os homens. Caso decidam se aposentar com uma idade em que possam gozar de um tempo mínimo de aposentadoria, terão seus vencimento desvinculados dos salários dos policiais da ativa e não terão direito ao seu salário integral. Em uma realidade como essa, mesmo com todo o idealismo dos policiais e seu senso de dever, o estímulo para continuarem exercendo suas profissões será cada vez menor.

Qualquer ser humano precisa de um mínimo de reconhecimento para seus esforços e sua dedicação. Quem sabe o que se passará na cabeça de uma policial, quando, no meio de um fogo cruzado, lembrar o tratamento que recebe do governo, com salários parcelados e sem direito a uma aposentadoria dígna? Será que existe sentido em colocar a sua vida em risco, trabalhando para um governo que não reconhece direitos mínimos, como salários em dia e uma aposentadoria digna? A resposta que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso daria, é não. A única coisa que ainda move esses profissionais a continuarem arriscando suas vidas no cumprimento do seu dever, é saber que existe uma população que necessita do seu trabalho para continuar vivendo. É saber que, o seu trabalho quando prende uma quadrilha que aterroriza os moradores de uma Vila, pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma criança. Mas, mesmo todo idealismo e dedicação tem um limite. E esse limite está sendo ultrapassado pelo governo Sartori/PMDB.

Fonte: Imprensa UGEIRM Sindicato

COBRAPOL defende na Câmara rejeição do projeto do abuso de autoridade

O vice-presidente Regional Sul da COBRAPOL, Anderson Vieira Amorim, participou na quarta-feira, dia 5, de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados que debateu o projeto de lei que trata do abuso de autoridade (PL 7596/17). O texto já aprovado no Senado também foi alvo de duras críticas dos demais representantes dos policiais, de promotores e de magistrados que participaram da audiência. Todos foram unânimes em defender a rejeição do projeto. Amorim participou da audiência representando o presidente da Confederação, Jânio Bosco Gandra.

O PL lista 37 ações que poderão ser consideradas abuso de autoridade, podendo o agente público ser punido com seis meses a quatro anos de prisão. Pelo projeto, passam a ser criminalizados, por exemplo, o uso de algemas no preso quando não houver resistência à prisão; a execução de mandado de busca e apreensão em imóvel, mobilizando veículos, pessoal ou armamento de forma ostensiva, para expor o investigado a vexame; a decretação de condução coercitiva de testemunha ou investigado sem intimação prévia de comparecimento ao juízo; e a restrição de encontro reservado entre o preso e seu advogado. Nesses e em outros casos, a

Em sua intervenção na audiência, Amorim, ressaltou que a COBRAPOL é contrária ao projeto, porque este transforma os agentes de segurança pública em criminosos. “Não se pode concordar é que no atual momento político que passa o país, que passa por uma vergonha internacional, queiram mexer exatamente naqueles que fazem o país funcionar ainda nos trilhos, que são as polícias, o Ministério Público e o judiciário. Isso é inadmissível”, afirmou.

A proposta que criminaliza o abuso de autoridade ainda não foi distribuída às comissões temáticas da Câmara, mas já há requerimentos para que o texto seja apensado a outro projeto de lei sobre o tema (PL 6361/09), atualmente em tramitação na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL com informações da Agência Câmara

Feipol/NE formaliza filiação à COBRAPOL

O presidente da Federação Interestadual dos Trabalhadores Policiais Civis da Região Nordeste (Feipol/NE) e do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (Sindpoc), Marcos de Oliveira Maurício, esteve na sede da COBRAPOL em Brasília na quinta-feira (06) para formalizar a filiação da federação à confederação e o retorno do sindicato ao rol de entidades filiadas à COBRAPOL. Maurício foi recepcionado pelo presidente da confederação, Jânio Bosco Gandra, e pelo vice-presidente Regional Sul, Anderson Vieira Amorim.

Por Giselle do Valle
Fonte: Imprensa COBRAPOL

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

O PRESIDENTE DA COBRAPOL NO USO DAS SUAS ATRIBUIÇÕES CONVOCA A DIRETORIA EXECUTIVA E O CONSELHO NACIONAL DE ENTIDADES PARA SE REUNIREM NO DIA 12 DE JULHO DE 2017 A PARTIR DAS 9:00H  NA AGEPOL, SITUADA NO SETOR DE CLUBES ESPORTIVOS SUL, TRECHO 2 – ASA SUL/DF.

PAUTA:
1) DISCUSSÃO PARA ALTERAÇÃO ESTATUTÁRIA

2) DEFINIÇÃO DA PAUTA DO XVII CONGRESSO NACIONAL DA COBRAPOL

2) OUTROS ASSUNTOS

BRASILIA, 04 DE JULHO DE 2017

 

JANIO BOSCO GANDRA
PRESIDENTE DA COBRAPOL